Motivação
Quem nunca se sentiu desmotivado ou sem energia para fazer algo? As vezes é a grande quantidade de responsabilidades que temos no dia a dia (e pior fica quando muitas envolvem um grande esforço mental); tudo isso acaba resultando em desânimo e falta de energia.
Porém, nem tudo está perdido. O que eu tenho feito para melhorar nesse aspecto é colocar uma simples frase motivacional: “simplesmente faça”. (Oi Nike.)
Acredito que quanto mais você fizer as coisas, mais ânimo você terá em fazer mais coisas. Parece contra intuitivo, pois aparentemente tudo indica que quanto mais você fizer algo, menos energia terá. Mas, em um estado em que você não fez muita coisa (ou nada no dia) e está desanimado, esse é o momento ideal para começar a fazer alguma coisa. Pelo menos essa é a visão que eu estou tendo para conseguir me motivar (principalmente nas tarefas chatas).
Esse desânimo vem também do aprendizado de morar sozinho. Aqui em casa, como só existe a minha pessoa, tudo acaba caindo na minha responsabilidade. Veja o simples fato de fazer uma refeição. Eu preciso preparar a comida, lavar a louça e manter tudo arrumado. Todo esse processo acontece todos os dias da semana. Querendo (ou com a mentalidade de) descansar no final de semana e não querer fazer absolutamente nada; isso nunca que poderá mais ser uma opção para mim. Então, esses dias acabo reservando para arrumar, limpar e consertar algumas coisas por aqui. E o pior de tudo, quando eu faço boa parte das responsabilidades, o tempo que eu pego para descansar brota o sentimento de obrigatoriedade da atitude de descansar. Enfim, até o “descansar” acaba virando uma responsabilidade sem prazer, ou cheia de culpa.
Essa experiência de fazer algo forçadamente para pegar as coisas no tranco e começar a ganhar ânimo para sair da inércia, tem funcionado. A lista de atividades que eu preciso fazer em casa é infinita. Até hoje, eu não sei o que é sentir tédio. Não faço ideia e fico impressionado com as pessoas que possuem esse sentimento (que não são crianças ou adolescentes, obviamente).
Enfim, se deseja fazer algo, comece fazendo. Está cansado ou desanimado, force. É isso que tenho aprendido.
Assim como a fome que funciona de forma contra intuitiva, onde eu costumava entender como: “quanto mais se come, mais saciado você fica e menos comerá no futuro”, acaba sendo uma mentira em minha vida. Quanto mais eu como, mais eu vou ter costume de comer o tempo todo. Pior, a satisfação e a gratificação que a minha mente/corpo produz, poderá se tornar uma muleta para eu fugir do stress que acabo sentindo no meu dia a dia. A realidade, para mim, é a seguinte: “quanto menos eu como, menos eu vou querer comer”.
Seguindo essa lógica, resumo a minha pequena reflexão deste texto em três frases:
quero fazer algo e tenho preguiça, eu me forço a fazer; quanto mais atividade (das minhas responsabilidades) eu faço, mais ânimo eu ganho para fazer mais atividades; quanto mais eu como, mais costume de comer eu ganho.
Bom, era isso (por hora).
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